Acho que a Mallu Magalhães errou de Hermano... Calma! Este não é um post sobre a qualidade musical de Mallu Magalhães, ou mesmo para falar sobre seu namoro com Marcelo Camelo. Esta postagem é para falar do Little Joy, projeto solo de Rodrigo Amarante, junto com o brasileiro Fabrizio Moretti, baterista do Strokes e a americana Binki Shapiro.
Bom, agora você me pergunta: “Tah, mas que cargas d’água tem a Mallu Magalhães a ver com o Little Joy”. Então eu explico. A sonoridade do Little Joy é, o que eu definiria, como um Folk praiano, que em muito lembra as músicas de Mallu. São músicas calmas, bonitinhas e leves... Lá no fundo também trazem uma referência a Bossa Nova. Desta forma, teria sido bem mais construtivo se ao invés de manter uma ‘parceria’ com Camelo, que Mallu se juntasse ao Amarante.
Bobagens à parte, não me atraiu muito o som do Little Joy. Considero esse disco como legitimo ‘disco de férias’. É quando o artista está de saco cheio de ficar enfurnado em estúdios e então pára e se reúne com alguns amigos em uma casa para compor ‘a la vonté’. Não pense que é um disco mal feito, pelo contrário. Acredito que não gostei bem mais por gosto pessoal. Mas também é inegável que a repercussão causada pelo trio se deve bem mais a sua fama, do que a qualidade do som.
Veja o clipe do primeiro single do trio: Next Time Around
Assim, o site dá oportunidade para qualquer pessoa, que viva em um país que fale a nossa língua, possa publicar seu texto.
Então, como quem não quer nada, mandei um texto aqui do OOP, que foi publicado! Foi a ‘Crônica de um desempregado’, postada no dia 14 de março deste ano.
Agradeço a Michell Niero, idealizador do site, que publicou o texto. Quero também parabenizá-lo pela iniciativa. Recomendo a todos que curtem uma boa literatura verdadeira e cotidiana: acessem ‘O Patifúndio’
Com o amplo acesso aos downloads a diminuição na compra de cd’s originais foi brutal. Isso todo mundo sabe. Entretanto, tem ocorrido nos últimos dois anos uma tendência muito interessante: estão indo cada vez mais cd’s novos para o ‘balaio das baratesas’. Isso é muito bom para colecionadores sem dinheiro como eu. Quando tenho tempo e dinheiro, vou a lojas do ramo e cavo as pilhas de cd’s ruins em busca de alguma raridade interessante. Este post será para isso: apresentar alguns cd’s bons e baratos que encontrei nos balaios. Selecionei 3, que considero os melhores.
1) Martin Scorsese Present “The Blues”: Eric Clapton O cd é de 2003 e integra uma série de documentários idealizada por Martin Scorsese. Destes documentários saíram 5 cd’s com suas trilhas e mais 12 cd’s com coletâneas individuais de alguns artistas. E foi uma dessas coletâneas que encontrei no balaião do BIG. É uma compilação muito boa da carreira de Eric Clapton. Traz os seus rocks mais pesados (época que integrava o Cream) como ‘Spoolfull’ e suas músicas mais blues. A distribuição deste cd no Brasil foi pequena. Então ao encontrá-lo no balaião do BIG, por R$17... não tive dúvida... comprei, apesar de não achar 17 um preço tão barato assim.
2) Riding with the king: B.B. King & Eric Clapton Considero um dos maiores clássico de todos os do blues. O encontro de um bluseiro da velha guarda, com um dos responsáveis pela fusão do blues com o rock na Inglaterra. Dois grandes guitarristas em um álbum cheio de sentimento e bom humor. Esse eu encontrei em balaião de um shopping de Porto Alegre pela bagatela de R$ 14.
3) Audioslave – Audioslave (2002) Para mim, está entre os melhores discos de rock dos últimos 10 anos. É o cd de partida de uma possível superbanda que acabou não se afirmando. O Audioslave surge da união do clássico Rage Agains the Machine com o ex-vocalista do Soundgarden, Chris Cornell. Com um instrumental consistente e um vocal matador, o primeiro cd da banda apresenta muitas músicas boas como “Cochise”, “Gasoline”, “Show me how to live” e etc. Foi desencavado de um balaio em Tramandaí. Pena que o Audioslave não manteve-ve o nível nos outros dois cd’s. A banda acabou em 2007, com saída do ‘estrela’ Chris Cornell.
Esses são apenas três, mas já encontrei cd bons e baratos de: Jet, Red Hot, Offspring, B.B. King, Miles Davis, Tony Bennett e Nirvana. Não tenha preguiça... eu sei que dá um desânimo quando se vê aquela pilha de cd’s do Mano Lima e Samba Moleque, mas lá no fundo, bem no fundo, garanto que vai ter uma raridade esquecida.
Sempre tentei me manter longe de frases prontas como “A Globo manipula” ou “Abaixo a mídia hegemônica”. Esse tipo de afirmação só caracteriza uma falta de conhecimento do real andamento dos meios de comunicação e um desvio de foco na forma de protestar. Claro que existem manipulações, mas o importante é saber como ela acontece. Manipulações, ou trocas de focos na mídia se dão, geralmente, mais por interesses econômicos da empresa em questão, do que por ideologia.
É o caso do da novela ‘A Favorita’. Estranho uma novela detalhar tanto o ramo de atuação dos seus personagens. A trama toda ocorre em volta de uma família dona de uma grande empresa de celulose. Opa! Empresas de fabricação de celulose... Isso não me cheira bem. Certo dia, em uma viagem a casa dos meus pais, vou assistir com minha mãe a um capitulo da novela, mais pensando na vida do que assistindo, quando sou interpelado pelo seguinte diálogo: (Assista a cena clicando aqui, ou no player logo abaixo)
Vó: É... fama não enche barriga... Só se ele estivesse maluco de deixar uma fábrica séria, respeitável, grande, assim como a Fontini...
Tia: Respeitável, mas causa muito desmatamento...
Neto: Não é assim tia... A floresta de eucalipto cresce sem encostar na mata nativa, e ao contrário de que muita gente pensa, a Fontini recupera essas áreas degradadas da Mata Atlântida. Vovó sabe disso!
Vó: Até o Copola (inimigo do dono da fábrica) reconhece que o Dr. Gonzalo (dono da fábrica) fez um trabalho muito bom, excepcional! Ah, todo mundo sabe... ele fez a Fontine crescer graças a plantação dessa floresta exclusivamente para a fabricação da celulose e do papel.
Neto: é isso mesmo... o próprio Vô Copola sempre diz que o Brasil é referência mundial na industria de celulose.
O personagem diz isso e sem explicação troca de assunto... Se achava estranho antes, agora tive certeza... Se a industria da celulose não conseguiu ter uma boa imagem por bem, agora seria por mal. Decidi ficar olhando o capítulo até o fim para saber de quem era o merchandising, que aparece junto com os créditos da novela. Na mosca... Merchandising pago pela Bracelpa: Associação Brasileira de Celulose e Papel. Só a união das maiores empresas brasileiras do ramo da celulose papel. Logo, muita grana envolvida.
O problema não está em patrocinar uma novela, e sim em usar técnicas de desinformação para melhorar sua imagem. Se fosse um personagem que comprasse papel e falasse: ‘que papel legal!’ ou ‘que celulose interessante!’, assim como são as propagandas de celulares e produtos cosméticos, não teria problema. Mas não, a propaganda diz: ‘Plantar celulose é legal e não faz mal a natureza’. Para mim, com o mínimo de conhecimento que tenho sobre o assunto, esta propaganda se equivaleria a uma de cigarros dizendo: ‘Fume, faz bem para saúde e ainda ajuda os agricultores’.
São muitos os estudos que apontam os malefícios das monoculturas de eucalipto. Desde a desertificação do solo até o aumento do êxodo rural. Em contra partida, ainda não ouvi, nem li, algo que rebatesse essas acusações. Inclusive, a UFSM tem muitas pesquisas financiadas por empresas desse ramo. Mas se você quiser saber quem realmente é financiado, acesse o site Às Claras, que mostra todos os doadores de campanhas políticas passadas.
Faça o seguinte, vá até o site e selecione as prestações de conta da eleição de 2006. No campo para pesquisa, digite a palavra ‘celulose’ e clique em pesquisar. Você vai encontrar mais de 10 empresas que financiaram campanhas de políticos. Só a Aracruz, gigante do ramo, doou milhões. Inclusive, o prefeito eleito de Santa Maria, Cezar Schirmer, é um dos beneficiários da empresa.
Quando fiquei sabendo desse valor que está sendo investido nos deputados e senadores, ficou claro para quê está servindo esta publicidade na novela das 8. O mais interessante, é que todos os sites que chamam a mídia de manipuladora fizeram vagas referência sobre esse caso, não citando nenhum fato pontual como estou fazendo.
16h29min. Tarde de sol... perfeito para fazer nada. Enquanto escuto na rádio uma entrevista sobre a filosofia do 'Nadismo' aparo as arestas do meu primeiro capítulo...
Este post é para justificar a minha ausência. Falta menos de um mês para entregar a monografia e estou dando um sprint.
Em dezembro volto com força total... Ou não... hahaha!
Enquanto isso, fique com uma charge sobre os blogueiro, do site Nada a ver: O nome é Problogger e conta as peripécias de um blogueiro à maneira antiga:
Quanto vale o seu blog? É a pergunta que o blog da Business Opportunities Weblog tenta responder. Baseado em cálculos de Tristan Louis e utilizando os critérios de hierarquização dos blogs, o softwear calcula e dá o resultado em poucos segundos.
O OpiniãOposta! vale a bagatela de 3,387.24 de Dólares, cerca de 6,276 de Reais. Pensando profundamente, com o rendimento que meus investimentos vem tendo... eu venderia... Podem me chamar de capitalista, de privatizador ou até de Fernando Henrique Cardoso.
Nesta tendência, muitos portais da internet compram blogueiros para trazer leitores para o seu site. Em alguns casos, a oferta é tão insignificante que até parece piada: Marcelo Träsel, um grande pesquisador das novas tendências da comunicação na internet, dono do blog Martelada, foi assediado pelo site da Editora Abril. Em troca de seus textos e sua audiência, eles ofereciam um blog com layout limitado e o status de ser blogueiro da Abril. Assim, Marcelo, com muito bom humor, postou a proposta indecorosa em seu blog.
Bom, se ficou interessado em comprar o OOP!, podemos negociar...
Com os blogs gratuitos a blogosfera se tornou um espaço aberto a qualquer um que tenha o mínimo de acesso e intimidade com a Internet. Essa grande abertura significa uma quebra de paradigma enorme. Antes da internet, poucos tinham suas vozes vinculadas em uma mídia de alto alcance. Com exceção de seções de cartas dos leitores, o consumidor da informação não tinha espaço algum para vincular suas idéias.
Com o surgimento da internet, isso ficou mais fácil. Entretanto, por muitos anos a internet foi um espaço de emissão reservado a pessoas que dominavam as codificações HTML. Quando o formato blog, como conhecemos hoje, foi disponibilizado gratuitamente por servidores como Blogger e Wordpress, o ultimo paradigma da internet havia sido quebrado. Agora, qualquer um tem um bom espaço para vincular suas idéias e compartilhar conhecimentos.
Por isso, resolvi postar dois livros sobre blog no OOP. Para quem não sabe, meu trabalho de conclusão é sobre blogs. Então, nos últimos meses, tenho ido a caça de autores que tenham uma boa concepção desse fenômeno, que já não é considerado tão novo assim. Vou dar duas dicas: Um livro para você ler e outro para ignorar.
NÃO LEIA: Blog: Entenda a revolução que vai mudar seu mundo, do blogueiro republicano Hugh Hewitt.
Qualquer argumento que é construído em cima da idéia que existem os bons e os maus, para mim, não é valido. Não entendeu? Bom, Hugh Hewitt é um republicano ferrenho, que acredita que todos os democratas, ou esquerdistas, são fanáticos. Por conseqüência, todos os republicanos, ou direitistas, são pessoas centradas e que entendem de política. Todo o discurso de Hugh é fundado sobre essa premissa. O fanatismo de Hewitt é tão grande que na introdução do livro ele dá um aviso aos leitores que não compartilham da ideologia do autor: Largue este livro e vá rever seu DVD do Michael Moore.
O livro pretende ser uma carta de intimação para quem ainda não tem um blog. Neste ponto, Hugh traz uma perspectiva mais empresarial do fenômeno dos blogs. Ele também apresenta algumas situações onde os blogs pressionaram a grande mídia até que ela tomasse o fato como importante.
Apesar do que foi dito a cima, no meio das divagações panfletárias de Hugh Hewitt pode se encontrar algumas frases sensatas que refletem as inovações e potencialidades trazidas pela blogosfera.
LEIA: Blogs y Médios: Las claves de una relación de interés mutuo José Manuel Noguera Vivo, pesquisador espanhol, fez um livro extremamente completo trazendo os aspectos técnicos e sociais da blogosfera. Com uma bibliografia de dar inveja a qualquer pesquisador, ele apresenta vários aspectos da comunicação e interação mediada por blogs. Junto, traz um estudo de mais de 150 blogs de meios de comunicação. José Manuel deixou uma versão de sua obra em domínio publico. Assim, qualquer pessoa podefazer o download. Este é um ótimo livro para estudantes de comunicação ou mesmo para aquelas pessoas que querem conhecer o fenômeno ou incrementar seus blogs.
Este post abre a Série “OpiniãOposta na eleição 2008”.
Iniciou hoje a ‘Propaganda Eleitoral Gratuita’. A vontade de conhecer os postulantes a câmara de vereadores de Santa Maria, me fez abandonar o debate esportivo que costumeiramente ouço. Mas já adianto, não me arrependi da troca.
Foram 30 minutos de muitas gargalhadas e poucas propostas. A cada dez candidatos, apenas 2 apresentavam alguma proposta. Os outros se esmeravam em mostrar como eram honestos, ou como eram ‘descolados’, como é o caso do candidato entitulado ‘Rack’.
Mas se faltam propostas, sobram ‘rimas ricas’. Os candidatos estão inspirados: - “Chega de lorota, vote no Chicota” - “Vote certinho, vote no Tigrinho” - “Vote sério, vote no Astério” - "Chega de mesmice, vote no Sanfelice"
A cidade de Santa Maria se destaca também pelo número de candidatos que concorrem sobre a alcunha de um apelido. Alguns apelidos bem curiosos, por sinal: o Juba, o Asa, o Alemão do Gás, o Cezar Papagaio, o Bigode, o Motorista - Irmão Reni Barriga, Jacaré, Professor Batata, e o Tampa. Ainda temos um nome que não é apelido, mas que não é menos curioso: John Wayne. Isto mesmo. Este é o nome de um policial militar candidato a vereador. Os pais dele deviam gostar bastante de ‘bang-bang’, pois John Wayne foi um dos grandes atores do estilo.
A Propaganda Eleitoral Gratuita em Santa Maria está demonstrando que pode ser uma ótima arma para os bons candidatos se destacarem neste mar de mesmice.
Outubro de 2007. BR-287. Empolgado com a idéia do blog, sento na minha poltrona no ônibus que se dirige a São Luiz Gonzaga e já coloco meus fones. Espero passar as distrações da cidade e acendo as luzinhas do ônibus para iniciar minhas anotações, pois já passavam das sete. Dou play na vitrolinha e aprecio a confusão da música que contrasta com a minha paz interior e a tranqüilidade das vacas que pastam enquanto o sol se esconde rápido. Fecho a cortina e me isolo do clima bucólico, me concentrando cada vez mais na música.
Abro meu bloco vermelho de seis estrelas e olho para o visor do meu toca-discos branco: Mombojó – Cabidela (3:54). Começo minhas anotações. Elas duram quase duas horas e quatro páginas. Vasculho os mínimos detalhes de cada melodia desafiadora dessa banda pernambucana. Atordoado com a carga musical, desligo meu sonzinho e pego no sono até chegar em pagos missioneiros.
Guardo minhas anotações até o momento oportuno para escrever uma resenha bem fundamentada sobre o Mombojó. Entretanto, os dias vão passando, a minha paz de espírito vai diminuindo e meus compromissos vão aumentando. O bloco continua sempre muito usado, mas minhas anotações continuam estáticas. Em uma tarde de trabalho jornalístico, enquanto apertávamos um suspeito de peculato, a gloriosa caderneta vermelha, com um desenho de um gigante atrás, se perdeu. Anotações, telefones, pensamentos, conversas durante a aula e mais coisas pessoais caíram na mão de alguém que leu e riu muito, ou simplesmente jogou no lixo. Enfim, todo meu trabalho havia ido fora por culpa da minha preguiça. Portanto, resolvi escrever uma resenha mais baseada no coração do que na razão. Acho que é a melhor forma de analisar Mombojó. Instrumentos de sopro, samba, jazz, pitadas eletrônicas com rock pesado e uma pegada nordestina que fecha muito bem essa mistura.
A banda Mombojó é formada por sete jovens recifenses que novamente pegam as raízes do mangue e ligaram a seus computadores, fazendo um som inovador denominado (por eles próprios) Nova MPB. A banda iniciou em 2001, tocando em vários festivais e conseguindo ter uma notabilidade relativa. O som estranho e sedutor chamou atração de muitos críticos. Em 2004, através do Sistema de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Recife, conseguiram gravar seu primeiro álbum. NADADENOVO apresenta a jovem banda _______________________________________________________ 01/08/08 Abro uma pasta de documentos que há muito nem passava os olhos. Além de vários álbuns que havia feito download, encontro esta resenha inacabada. Quase um ano depois, volto a saga que acabou esquecida em uma gaveta do meu computador. Mas decepando o ‘nariz de cera’ vamos ao que interessa: O Mombojó já tem o seu segundo disco que se chama O homem espuma. Eu considero este álbum melhor do que o primeiro. Mombojó é uma banda para quem gosta de conhecer o desconhecido, sem preconceito. Decifrar letras inteligentes e poéticas escondidas atrás de um sotaque atraente. Surpreenda-se.
Baixe os dois álbuns da banda no site: www.mombojo.com.br
Se lançar no cenário nacional tendo o apoio da MTV é o que muitas bandas brasileiras buscam. Poucas conseguem. Para escolher as novas caras da rede, a MTV faz alguns concursos e programas que possibilitam o acesso de novos grupos a programação do canal.
O novo reality show com este objetivo é o 'MTV procura com Cachorro Grande'. Os beberrões da Cachorro Grande vão vasculhar o sul do Brasil, gravando novas bandas que foram selecionadas pela produção do programa. A previsão de exibição do programa é para Outubro. No final, será escolhida uma das bandas para fazer um show em Porto Alegre com a Cachorro grande.
A caravana do programa chegou segunda-feira, 26 de julho, em Santa Maria. Da boca do monte foram escolhidos dois representantes: Sonnets (que particularmente não conheço) e Rinoceronte. A gravação da Rinoceronte foi no Macondo. O Hardrock clássico e ao mesmo tempo moderno do power-trio, chamou atenção do pessoal da MTV: “Não sabemos como fomos selecionados. Eles entraram em nosso myspace e deixaram um recado dizendo que havíamos sido selecionados” explica Paulo Noronha, voca lista e guitarrista da banda.
O sigilo não pairou apenas sobre a forma de escolha, mas também sobre a forma do programa: “Parece que serão duas horas de gravação entre as músicas e entrevistas. Só sei isto. Ensaiamos 8 sons, mas não sei quantos vamos gravar” contou Noronha.
Depois da gravação, os segredos foram revelados pela produção da MTV: O programa será exibido a partir do dia 17 de novembro, e terá 9 episódios. Foram escolhidas 16 bandas.
Com uma hora de atraso, chegou o pessoal da produção junto com os integrantes da Cachorro Grande. Logo o show começou. Foram gravadas 4 músicas, mas a banda tocou 8. O som da Rinoceronte já é normalmente empolgante, naquele dia parecia estar ainda melhor, empolgando todo mundo, principalmente o integrantes da Cachorro Grande. Eles gostaram tanto, que ao final do show, puxaram o coro de ‘mais um’.
Quando a Rinoceronte desceu do palco, foi a vez da Cachorro Grande apresentar suas armas. Três dos cinco integrantes da banda fizeram uma Jam session.
Sinceramente, acredito que a Rinoceronte tem boas chances de ser um dos destaques deste programa. Esta convicção ficou mais forte quando vi o tecladista do Cachorro grande, ao sair do bar e entrar em sua van, largar a seguinte frase: “Cara, muito foda esta banda”. Confira abaixo os vídeos que gravei no dia:
Ameaças de morte de Jorge Igor Gonçalves
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O indivíduo dono do perfil do facebook Jorge Igor Gonçaves, me ameaçou de
morte porque eu o contrariei numa postagem a respeito de quem deveria
vencer a ...
Ainda há
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As pessoas me perguntam de onde que tiro as frases que estão rolando no meu
*perfil* do Facebook há mais de sete meses. Respondo por aqui: *elas são
parte ...
UM ANIVERSÁRIO PARA ESQUECER
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Um ano se passou e o Blog de Arambaré continua batendo na mesma tecla.
A Figueira da Paz. O que fazer, deixei de divulgar muitas coisas bem legais
da nossa...
Até!
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Gente, esse blog morreu.
Não tem mais nada a ver comigo e uma nova fase merece um novo blog :)
O que está por aqui, vai ficar.
Quem quiser o endereço novo,...
Olhos baixos e um andar pesado
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Desde a minha adolescência o cabeludo loiro, com dente de ouro e humor
estranho fala por mim. E não por acaso isso ocorreu em alguns dos momentos
mais impo...